Hogwarts Hollow Years
Sejam muito bem vindos à reabertura da grande escola de Magia e Feitiçaria, Hogwarts.
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Sorveteria Florean Fortescue

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Sorveteria Florean Fortescue

Mensagem por Admin em Dom Mar 25, 2012 4:46 pm

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Sem dúvidas, a melhor loja de sorvetes de todo o mundo bruxo. Conhecida por muitos, amada por todos, talvez por conta da simpatia dos atendentes que vivem sorrindo dia e noite, atendendo prazerosamente os clientes. Não é atoa que as crianças não saem de lá, pois não são vendidos somente sorvetes, vende-se também uma grande variedade de doces e balas. Bem chamativa logo do lado de fora, a loja não possui vitrines, se quer possui porta. A abertura da parte da frente, que é do tamanho de toda a loja, da uma visão melhor do seu interior, convidando os passantes do beco a entrarem quase que obrigatoriamente ao passar e ver aquela grande quantidade de coisas gostosas no interior da loja. Seu fundo é retangular com prateleiras nas paredes, cheias de doces e, próximo ao balcão, um grande freezer com centenas de potes de sorvetes deixam qualquer um com água na boca. O cheiro dos sabores flui por toda a loja e fica concentrado mais na calçada, onde as diversas mesas redondas com cadeiras metálicas acomodam os clientes sob os guarda-sóis que parecem derreter dependendo da intensidade do Sol. Chegar na Florean Fortescue é como entrar em uma miragem depois de andar por dias em um deserto sob o Sol escaldante. A diferença é que lá, a miragem é realidade. Nada que você encontra some ao piscar os olhos. Lá é ao contrario, pois quando você pisca, a sua miragem pode acabar se duplicando.
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Re: Sorveteria Florean Fortescue

Mensagem por Enoque Kauffman em Seg Abr 02, 2012 1:33 pm

Apos terem arrumados as coisas e descansado um pouco, a família voltou ao Beco Diagonal, dessa vez para comprar a coruja que Enoque tanto queria, na verdade ele queria uma vassoura, mas como os alunos do primeiro ano não podiam levar nenhuma para a escola, o menino se contentou com a coruja. Ao passarem pela abertura no Caldeirão Furado, Klaus teve que levantar Enoque para que o mesmo pudesse abrir a passagem secreta. A parede se abriu magicamente e eles a atravessaram.

Seguiram ate o Empório das Corujas, o lugar fedia e era ligeiramente apertado, para o bem de Enoque ali foi rápido. Ele chegou a uns dos vendedores, que aparentemente não queriam estar ali, e disse. - Eu quero uma coruja bem rara. - O rapaz, que não passava da idade de seu irmão, uns vinte anos, foi ate uma das vitrines, pegou uma coruja branca e voltou. - Essa é uma coruja branca, originaria do norte da Noruega, há poucas dessas por aqui. - O sorriso do menino se formou, teria a coruja, branca assim com a varinha. - É essa papai. - O pai pagou pela coruja e logo os três já estavam saindo da loja.

Ainda tinham tempo e não havia mais nada para comprar. Calidora olhou para uma pequena lista, que continha tudo o que eles tinham que comprar, marcou a coruja. - Acho que acabamos, En meu filho gostaria de tomar sorvete? - A mãe perguntou ao filho. Ele olhou para ela, de certa forma, se via no rosto da mãe, ele era todo o pai, alto para a idade, moreno, mas não eram os olhos, nem o formato do rosto, mas sim a expressão serena. Seu pai possui uma expressão mais fechada, que lhe passa a impressão de imponência, Olrac, seu irmão tinha a mesma característica. Já ele e a mãe, possuíam o rosto mais sereno, não que ela não fosse rígida quando necessário, era apenas mais serena. - Quero mamãe. - Ela sorriu para ele, e lhe deu a mão, o pai pegou em sua outra mão e foram para a sorveteria.

Mãe e filho sentaram, em umas das cadeiras, na calçada da sorveteria, enquanto o pai, pegava os sorvetes e doces no interior da loja. Enoque não parava de ler um livro de bolso chamado de Feitiços Básicos, O livro do Aprendiz, o livro ensinava feitiços simples e fácies, que seriam úteis para qualquer bruxo. Já havia feito um feitiço, em seu quarto no Caldeirão Furado, a varinha lhe disse para onde era o norte. Estava louco para poder fazer mais alguns. - Olhe mamãe. - Disse para enquanto lia as ultimas instruções do feitiço. Pegou a varinha e disse. - Ebublio - E com um pequeno movimento, finalizou. Bolhas começaram a sair da ponta de sua varinha, ele estava adorando. - Parabéns filho, aprendeu a fazer bolhas. - Disse o pai, Enoque sorriu, viu o pai se sentando, Klaus passou o sorvete de frutas vermelhas para a esposa, o de lichia para ele, deixando o de chocolate belga para o filho. O menino tomou o sorvete, era surpreendente, o sabor, a textura, muito bom. Logo que acabou o sorvete o menino, pegou o livro. - Fumus. - A ponta de sua varinha começou a soltar uma fumaça escura, Klaus rapidamente pegou sua própria varinha e disse. - Evanesco. - A fumaça sumiu, olhou para o filho. - Cuidado, por mais divertido que for, fazer magia, sair fazendo qualquer feitiço, sem conhecer as dimensões dele pode ser bem perigoso. - Explicou ao filho. O menino sacudiua cabeça. - Posso faz um ultimo? - Perguntou ansioso, os pais fizeram que sim e o menino sorridente, foleou as páginas a procura do feitiço, virou para a rua, apontou a varinha para baixo e disse. - Aguamenti. - Um fio de água jorrou da varinha dele, fazendo uma poça. Ele olhou feliz para os pais. A mãe disse para ele. - Use o Siccus. Irá secar a água. - Ela demonstrou como se fazia, e o menino fez, a poça secou.

Depois muito sorvete e feitiços aleatórios, já era hora de voltar para casa. Seguiram para o quarto no Caldeirão Furado, Enoque iria embora com o pai, enquanto a mãe aparataria levando, o malão e a coruja do filho. - Tchau mãe. - Deu um beijo de despedida na mãe, deu uma das mãos para o pai, desceram as escadas, o pai encerrou a conta e os dois saíram, fizeram o caminhou de volta para casa, como trouxas.

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Enoque Kauffman

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